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Ipiranga Petroquímica busca
alternativas
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Definitivamente a Ipiranga Petroquímica não atravessa o melhor momento
dos seus 20 anos de história. Nos últimos anos, a empresa atravessou
todos os percalços do setor petroquímico e ainda amargou problemas
para acertar a qualidade na planta de polietileno linear – inaugurada
em 1999. “Tudo foi uma questão de aprendizado. Era uma nova resina,
e uma nova tecnologia. Mas desde 2001 as coisas já estão acertadas”,
garante Jayme Moura, gerente de Desenvolvimento e Especialidades da
empresa.
Solucionado esse problema, a Ipiranga viu-se às voltas com a desvalorização
cambial, que aumentou seu endividamento em dólar, e pela compressão
das margens. No final das contas a Ipiranga Petroquímica puxou para
baixo os resultados do Grupo Ipiranga. No ano passado, a receita líquida
da empresa foi de R$ 883 milhões – igual ao apresentado em 2001.
Mas os executivos e engenheiros da empresa vivem centrados em buscar
novas alternativas de produtos e mercados. Só para este ano estão
previstos R$ 1,5 milhão em investimento em pesquisa e desenvolvimento
de novos produtos – um PELBD e um PEAD tops de linha para o mercado
de filmes. A Ipiranga Petroquímica é a maior produtora de polietileno
de alta densidade da América Latina, respondendo por 38% da produção
nacional. |
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