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Começou a operar no campo de Espadarte, na Bacia de Campos, o
navio-plataforma Cidade do Rio de Janeiro, com capacidade para produzir,
diariamente, até 100 mil barris de petróleo e 2,5 milhões
de m³ de gás.
O FPSO Cidade do Rio de Janeiro estará ligado a nove poços
submarinos, dos quais cinco produtores de petróleo e gás
natural e quatro injetores de água. A previsão é
que a nova unidade atinja a sua capacidade máxima de produção
em 2007.
O FPSO possui várias inovações tecnológicas.
Entre elas, um sistema inédito de bombeamento de óleo, desenvolvido
pelo Centro de Pesquisa da Petrobras. O sistema de bombeamento centrífugo
submerso, ou S-BCSS, ajuda a transferir o óleo produzido no campo
para a plataforma. A grande vantagem em relação aos sistemas
tradicionais é que fica fora do poço, no leito marinho,
o que facilita a manutenção e a troca de bomba. Essa tecnologia
reduzirá custos operacionais, facilitará a intervenção
remota nos poços conectados e dispensará o uso de sondas
de completação, um dos equipamentos de aluguel mais caros
no mercado internacional.
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