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A Petrobras confirmou a viabilidade comercial no Brasil de 2,1 bilhões
de barris de óleo equivalente em 2006.
Na Bacia de Santos, três áreas operadas pela Petrobras no
antigo bloco BS-500 foram declaradas comerciais, resultando nos campos
de petróleo e gás natural de Tambuatá, Pirapitanga
e Carapiá, e uma área no antigo bloco BS-400, foi anexada
ao Campo de Mexilhão. As estimativas de volumes recuperáveis
nessas áreas somam cerca de 560 milhões de barris de óleo
equivalente.
Na Bacia do Espírito Santo, foram definidas quatro novas áreas
no mar e três na porção terrestre, todas operadas
pela Petrobras. Foram declarados comerciais os novos campos de gás
de Carapó e Camarupim, e mais duas áreas de gás natural
e petróleo leve que serão anexadas aos campos de Golfinho
e Canapú. As estimativas de volumes recuperáveis nestas
áreas marítimas são de cerca de 168 milhões
de barris de óleo equivalente.
Em terra, foram definidos três novos campos denominados de Saíra,
Seriema e Tabuiaiá, com volumes mais modestos em relação
à porção marítima, porém de significativa
importância para a manutenção dos níveis da
produção terrestre da Bacia do Espírito Santo.
Na Bacia de Campos, foram declaradas comerciais oito novas áreas:
o Campo de Maromba no antigo bloco BC-20, operado pela Petrobras em parceria
com a Chevron; os campos de Carataí e Carapicu no antigo bloco
BC-30; e no antigo bloco BC-60, os campos de Catuá, Caxarel, Mangangá
e Pirambú e ainda uma área a ser anexada ao Campo de Baleia
Azul. As estimativas de volumes recuperáveis são da ordem
de 1,37 bilhão de barris de óleo equivalente.
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